Adília Lopes e Maria José da Silva Viana Fidalgo de Oliveira são uma e a mesma pessoa. São eu. Como uma papoila é poppy. E muitos outros nomes que eu não sei. A Adília Lopes é água no estado gasoso, a Maria José é a mesma água no estado sólido. Eu sou uma mulher, sou portuguesa, sou lisboeta, sou poetisa, sou linguista (todos somos), sou física, sou bibliotecária, sou documentalista, sou míope, nasci a 20 de Abril de 1960, sou solteira, não tenho filhos, sou católica, tenho os olhos castanhos, meço 1,56 m, neste momento peso 80 Kg, uso o cabelo curto desde 1981, o cabelo é castanho escuro com muitos cabelos brancos.(…) É claro que o poeta é sempre o idiota da família, o maluquinho.
Adília Lopes
Foto:Graça Sarsfield
Ler mais:
Biografia / Adília Lopes / universos desfeitos / poetryinternational / uma entrevista escrita / Adília Lopes espanca Florbela Espanca / um ensaio / uma entrevista falada / alguns poemas / poemas e textos
Bibliografia :
Obra, Mariposa Azual, 2000

excelente antologia com poemas destes livros:
Um jogo bastante perigoso, 1985
O poeta de Pondichéry, 1986
A pão e água de Colónia, 1987
O Marquês de Chamilly, 1987
O decote da dama de espadas, 1988
Os 5 livros de versos salvaram o tio, 1991
Maria Cristina Martins, Lisbon, 1992
O peixe na água, 1993
A continuação do fim do mundo, 1995
Clube da poetisa morta, 1997
Sete rios entre campos, 1999
Florbela Espanca espanca, 1999
Irmã barata, irmã batata, 2000
A mulher-a-dias, & etc, 2002
César a César, & etc, 2003
Poemas novos, & etc, 2004
Caras Baratas, Relógio D'Água, 2005 (Antologia)
Le vitrail la nuit * A árvore cortada, & etc, 2006