mau presságio

A UE começa o ano com um número crescente de presumíveis terroristas
imagem: Eddy Chacón
Enviado por at a 01-01-2007 (21:21)
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a não perder
Ritos mundanos
Enviado por at a 02-01-2007 (23:48)
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utopia

Tamera é um projecto-piloto sediado em Portugal. Uma ecoaldeia, uma comunidade à procura de um modelo para uma cultura da paz. O Alexandre diz nos sombreados que “o paradigma é simples: Natureza, humanos, habitações, energia, relações, política, afectos, sexualidade, criação e expressão artística, agricultura biológica...numa harmoniosa combinação”. Não gosto de rituais mas espero que alguma energia positiva se liberte e difunda.
Enviado por at a 04-01-2007 (00:38)
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pensamento
"Contribui muito para a saúde moral e intelectual de qualquer homem, vir a contrair hábitos de companhia com indivíduos que com ele não se pareçam, que pouco se importam com os seus fins, e cujo âmbito e vocação ele tem que sair de si para apreciar."
Nathaniel Hawthorne
de A Letra Encarnada, Assírio & Alvim, 2002
A Alfandega – Introdução à “Letra Encarnada”, pag.58
tradução: Fernando Pessoa
Enviado por at a 05-01-2007 (00:05)
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A Letra Encarnada

Nathaniel Hawthorne escreveu “A letra encarnada” em 1850. Trata-se de um livro sobre a culpa e o estigma. Um excelente romance psicológico que seduziu vários realizadores de cinema e escritores como Fernando Pessoa.
Enviado por at a 05-01-2007 (00:25)
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Um livro / Uma exposição

Hoje, pelas 16 horas, vai ser inaugurada uma exposição e lançado o livro “Transnatural”, no Museu Botânico da Universidade de Coimbra.
Com fotos do DrGica!!
Enviado por at a 06-01-2007 (15:08)
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"Voz alta"
Atenção! ALC voltou à antena 2, todos os dias úteis, às 23h. Amanhã será a voz de PM.
Enviado por at a 07-01-2007 (22:56)
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carta com poemas #7
A força que impele através do verde rastilho a flor impele os meus verdes anos; a que aniquila as raízes das árvores é o que me destrói. E não tenho voz para dizer à rosa que se inclina como a minha juventude se curva sobre a febre do mesmo inverno.
A força que impele a água através das pedras impele o meu rubro sangue; a que seca o impulso das correntes deixa as minhas como se fossem de cera. E não tenho voz para que os lábios digam às minhas veias como a mesma boca suga as nascentes da montanha.
A mão que faz oscilar a água no pântano agita ainda mais as da areia; a que detém o sopro do vento levanta as velas do meu sudário. E não tenho voz para dizer ao homem enforcado como da minha argila é feito o lodo do carrasco.
Como sanguessugas, os lábios do tempo unem-se à fonte; fica o amor intumescido e goteja, mas o sangue derramado acalmará as suas feridas. E não tenho voz para dizer ao dia tempestuoso como as horas assinalam um céu à volta dos astros.
E não tenho voz para dizer ao túmulo da amada como sobre o meu sudário rastejam os mesmos vermes.
Dylan Thomas
Tradução de Fernando Guimarães
A Mão ao Assinar Este Papel, Assírio & Alvim, 1998
poema original
Enviado por João M. a 08-01-2007 (18:32)
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"Voz alta"
3 ou 4 poemas num ápice, de 2ª a 6ª F. Hoje foi a vez de Luís Quintais. Ouvir com calma aqui.
Enviado por at a 09-01-2007 (23:38)
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Não havia remédio

Francisco de Goya y Lucientes
Enviado por at a 10-01-2007 (21:06)
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Sangro, logo sou
O homem pensa:
"Penso logo existo"
Eu sou uma mulher, sinto:
"Sangro, logo sou"
videopoema de Shigeto Kubota
em Primera generación - Arte e imagem en movimiento, 1963-1986
Enviado por Ana a 12-01-2007 (18:26)
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uma topologia

anos 80
Enviado por Ana a 12-01-2007 (18:31)
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Ontem
quando ia a caminho da fábrica,


perdi-me na multidão

Enviado por Ana a 14-01-2007 (22:48)
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umas quantas palavras #1
Cada um de nós traz em si um quarto. É um facto que até se pode verificar de ouvido. Quando alguém anda depressa e nos pomos à escuta, a meio da noite por exemplo, quando à nossa volta tudo é silêncio, pode ser que se ouça o bater de um espelho que ficou mal fixo.
Franz Kafka
em Parábolas e Fragmentos, Assírio & Alvim, 2004
Enviado por João M. a 15-01-2007 (23:54)
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Há alguém para se ir ter?
- Tenho vontade. - De quê? - De ter vontade. - Ao menos tens alguma coisa. - E tu que tens? - Hei-de ter alguma coisa, além de estar aqui. - Não te chega estar aqui? - A ti chega?
(excerto da peça Indo)
Enviado por a 17-01-2007 (18:11)
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