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Sombras Errantes
 
 A feira da minha perdição

Não importa que sejam mais baratos na FNAC, prefiro a feira.

A colheita deste ano foi bem boa:

 

Guimarães Editores

Dostoievski, Netotchka, 2002

Livros do Brasil

Margaret Atwood, A Mulher Comestível, 2002

 

Editorial Presença

Rui Pires Cabral, música antológica & onze cidades, 1997

 

D. Quixote

Javier Marias, O teu rosto amanhã, 2005

Robert Musil, As perturbações do pupilo Törless, 2005

 

Relógio D’Água

Konstandinos Kavafis, Poemas e Prosas, 1994

Paul Éluard, Últimos Poemas de Amor, 2002

Poesia Espanhola, Anos 90, Joaquim Manuel Magalhães, 2000

Carson McCullers, Reflexos nuns Olhos de Oiro, 1984 e Balada do Café Triste, 2001  

Contos de Virgínia Woolf, 2004

Robert Walser, Jakob Von Gunter, 2005

Tchinguiz Aitmatov, Djamila, 1991 (oferta da editora)

 

Assírio & Alvim

Doze nós numa corda – Poemas mudados para português por Herberto Helder, 1997

 

Pequenos editores

Hélia Correia, Villa Celeste, Contraponto, 1999

Maurice Blanchot, A Besta de Lascaux, Vendaval, 2003

Adília Lopes, César a César, &etc, 2003

Manuel de Freitas, Blues for Mary Jane, &etc, 2004

 

Âmbar

António Levy Gomes, Afinal é só epilepsia, 2004 (com dedicatória)

 

Fenda:

Henri Michaux, O Retiro pelo Risco, 1999

 

Quasi

Pedro Mexia, Avalanche, 2001

Ana Paula Inácio, Os Invisíveis, 2002

 

Cavalo de Ferro

Sayd Bahodine Majrouh,A Voz Secreta das Mulheres Afegãs, 2005

Khushwant Singh, Uma esposa para o sahib, 2003

Panos Karnezis, Pequenas grandes infâmias, 2004

Zoran Živkovic, Biblioteca, 2005

 

Despassarada, não vi a cotovia...

Foto: Vasco Ribeiro

 "A feira da minha perdição"(2003)

 

Enviado por at a 02-06-2005 (15:48)
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 welcome 2 psycho

demasiado tiempo -------------------------
buscando las palabras adecuadas

password incorrecto
cada vez que me nombra

Isabel Bono

Enviado por at a 03-06-2005 (23:51)
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 L'Homme et ses masques

Le Musée Jacquemart-André présente une centaine d'oeuvres africaines, océaniennes et amérindiennes, venant de la collection Barbier-Mueller, accompagnées de poèmes de Michel Butor.

 

 

Até dia 28 de Agosto, em Paris.

Mais tarde em Genebra e em Barcelona.

 

imagem: Masque grimaçant

 

 

Enviado por at a 04-06-2005 (00:00)
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 em destaque

*o que me acontece cai-me nos dias*

 

Enviado por at a 04-06-2005 (12:23)
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 Um nome

Um nome, um nome apenas, evocando alguém,
um lugar ou uma coisa, é a bagagem suficiente
para avançar pela noite dentro, esperar a morte,
ou iniciarmos o regresso...

Al Berto

Foto

 

Enviado por at a 05-06-2005 (23:26)
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 Lee Friedlander

Describir la heterogénea mirada del fotográfo estadounidense Lee Friedlander significa sumergirse en su particular forma de combinar realidad, ficción, belleza e ironía. Sobre esos pilares ha construido a lo largo de cinco décadas un estilo único al que el Museum of Modern Art (MOMA) de Nueva York le dedica desde ayer, y hasta el 29 de agosto, la mayor antológica de su carrera. Casi 500 fotografías, 25 libros y ediciones especiales de su obra con un catálogo que abarca lo mejor de su producción configuran esta exposición que llegará a la Fundación La Caixa de Barcelona en 2007.
Fonte: El País de 06-06-05
 
Enviado por at a 07-06-2005 (10:11)
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 anoitecer de pássaros

 

 

 

 

 

 

 

 

(...)

Eu serei pássaro louco,
pássaro voando e voando
sobre ti vezes sem conta.

Faz de conta, faz de conta.

Eugénio de Andrade

(adeus querido poeta)
 
 
Enviado por at a 13-06-2005 (19:17)
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 LisboaPhoto2005#1

Joshua Benoliel , Cordoaria Nacional, Torreão Nascente

até 21-08

 

 

Embarque do Corpo Expedicionário Português para a Flanders,
Cais de Santa Apolónia
, 1917

 

Joshua Benoliel é um dos pioneiros do fotojornalismo em Portugal e a sua obra constitui o mais importante e qualificado arquivo da sociedade portuguesa das primeiras décadas do século XX. Para a LisboaPhoto foi concebida a mais vasta e ambiciosa retrospectiva da obra de Joshua Benoliel realizada até hoje, e o comissariado esteve a cargo de Emília Tavares, investigadora na área da história da fotografia(.)

 

 

Enviado por at a 14-06-2005 (18:51)
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 Del Miedo

Cuando era pequeña

el miedo me esperaba todas las noches

debajo de la cama a la hora de dormir,

bastaba entonces

la súplica infantil de un vaso de agua

para sentir por el pasillo los pasos de mi padre

que acercaban

el talismán seguro para ahuyentar fantasmas

y ya no se atrevían a salir

los monstruos del armario

ni la luz de la lámpara acercaba a proyectar

sobre la colcha su sombra macabra

y detrás de las cortinas el hombre del saco

se hacía pequeño, pequeñísimo hasta desaparecer.

 

Ahora el miedo me acecha en todas partes,

no respeta los ritos

y se presenta siempre cuando menos lo espero

susurrando que nada dura eternamente

con la voz de algún muerto que regresa a mi sueño

para pedirme un vaso de agua.

 

 

Silvia Ugidos

 

 

Foto: Alfred Laird

 

 

Enviado por at a 16-06-2005 (01:11)
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 LisboaPhoto2005#2

Corpo diferenciado - Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa

até 20-08

 

Cenário de morte violenta, sem data
Cortesia Delegação de Lisboa do Instituto de Medicina Legal

 

Corpo diferenciado é uma exposição feita a partir do espólio fotográfico da Delegação de Lisboa do Instituto Nacional de Medicina Legal e que aborda a natureza e os valores lógicos que determinaram o uso da fotografia pelas instituições médicas e judiciárias em Portugal, durante as primeiras décadas do século XX, e, correlativamente, a assunção da imagem fotográfica como prova susceptível de produzir e reproduzir conhecimento, como também o entendimento científico (e ideológico) que as disciplinas médicas e judiciárias desenvolveram sobre as realidades do corpo(.)

 

 

 

Enviado por at a 17-06-2005 (16:34)
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 A louca da casa

 

Rosa Montero ganhou ontem um prémio, com o livro La loca de la casa.

 

Parabéns, Rosita!

 

 

Enviado por at a 19-06-2005 (13:04)
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 a paixão

(...) porque a paixão talvez seja o exercício criativo mais comum da Terra (quase todos, algum dia, inventámos o amor), e porque é a nossa via mais habitual de conexão com a loucura. Em geral, os humanos não permitem a si próprios outros delírios, além do amoroso. A Alienação passageira da paixão é uma loucura socialmente aceite. É a válvula de segurança que nos permite continuar a ser sensatos em tudo o resto.

Rosa Montero

sublinhado em A Louca da casa; ASA, 2003

(pag.149)

Enviado por at a 19-06-2005 (15:01)
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 8 apontamentos

nunca a solidão teve tanta gente...

 

certo dia, tentamos a palavra. não acontece nada.

 

na minha boca há um não te saber dizer

 

mesmo silencioso permaneces em mim,

 

não fico muito tempo no mesmo lugar

 

é por isso que o amor te parece incoerente.

 

E de repente aquele rumor

o grito das multidões na rua,

 

nunca mais poderei deixar de procurar essa forma impossível de ser.

 

 

Enviado por at a 19-06-2005 (18:12)
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 o importante

Lo importante es resistir. Hacer las cosas bien y resistir.

 

 

Soledad Puértolas

sublinhado em Historia de un abrigo; Anagrama, 2005

(pag. 235)

 

 

Enviado por at a 21-06-2005 (16:54)
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 O motorista de autocarro que queria ser Deus

 

 

Hoje na 2, a ALC leu "O motorista de autocarro que queria ser Deus", "Partir o porquinho" e "Os Santini voadores", 3 contos curtos incluídos na antologia "O motorista de autocarro que queria ser Deus" do escritor Israelita Etgar Keret. Textos preciosos acompanhados por excelente música (não percebi bem o nome do artista).

 

Um programa maravilhoso!

 

 

(há 15 dias a Alexandra leu poemas do ùltimo livro da Ana Luísa Amaral, "A génese do amor" )

Enviado por at a 21-06-2005 (18:38)
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