Desde há quatro anos, mais coisa menos coisa, leio sempre com um lápis à mão. Gosto de reler pelos sublinhados, deixar-me guiar por eles. Os sublinhados ajudam-nos a recordar o que lemos e a reencontrar o leitor que fomos; perceber com que olhos o fizemos e o que sentimos. Sublinhar é traçar num livro um mapa contra o esquecimento.
Austerlitz de W. G. Sebald, editado em Setembro de 2004 pela Teorema, é um dos livros que mais sublinhei.
Enviado por at a 23-01-2005 (21:46)