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Sombras Errantes  
 na senda das sombras errantes

 

mudei de rumo 

 

 

Enviado por a 27-09-2009 (14:00)
   
 play it again #16

 

Enviado por at a 12-09-2009 (18:43)
   
 passagem das horas

Como um bálsamo que não consola senão pela ideia de que é um bálsamo,
A tarde de hoje e de todos os dias pouco a pouco, monótona, cai.

Álvaro de Campos

Enviado por at a 31-08-2009 (22:14)
   
 ponto de partida

"É espantoso o que uma cabeça oca pode conceber. É um perigo iminente uma cabeça vazia. Instava enchê-la de pensamentos, o mais depressa possível, antes que fosse tarde e ela própria gerasse ideias nascidas lá dentro, sem nenhuma relação com o que existisse cá fora."

Manuel de Lima

Malaquias ou a história de um homem barbaramente agredido, Ed. Estampa, 1972

foto: Radar360

Enviado por at a 19-08-2009 (21:55)
   
 Rayuela

 

Enviado por at a 13-07-2009 (00:06)
   
 O jogo do mundo

"O jogo da macaca joga-se com uma pedra que tem de se empurrar com a biqueira do sapato. Ingredientes: um passeio, uma pedra, um sapato e um belo desenho feito com giz, de preferência colorido. O Céu está lá ao fundo e a Terra aqui em baixo, é muito difícil acertar com a pedra no Céu, calcula-se quase sempre mal e a pedra sai do desenho. Pouco a pouco, no entanto, vai-se adquirindo a habilidade necessária para acertar em todas as casas (a macaca em caracol, rectangular, de fantasia, pouco utilizada), e um dia aprende-se a sair da Terra e a levar a pedra até ao Céu, até chegar ao Céu (…); o problema é que é precisamente nessa altura, quando quase ninguém aprendeu ainda a levar a pedra até ao Céu, que a infância se acaba e de repente se cai nos romances, na angústia inútil, na especulação de outro Céu ao qual também é preciso aprender a chegar. E como já se saiu da infância (…) esquece-se que para chegar ao Céu são necessários uma pedra e a biqueira do sapato, como utensílios básicos."

Julio Cortazar

O Jogo do Mundo (Rayuela)

Enviado por at a 13-07-2009 (00:03)
   
 Produção: cães à solta

 

Enviado por at a 02-07-2009 (14:20)
   
 leitura

Era um poema feito.
Mas tu tecias
novas linhas
com a palavra
aranha sedutora
visando paciente
a mosca
do ouvido.
(...)

Armando Silva Carvalho

 

 

Enviado por at a 29-06-2009 (21:16)
   
 play it again #15


tomara que voltes, Eduardo

Enviado por at a 24-06-2009 (22:11)
   
 O azul do céu encadeia

O azul do céu encandeia
e o amarelo das flores aflige

Adolfo Luxúria Canibal

o justo equlíbrio em estilhaços

Enviado por at a 21-06-2009 (22:56)
   
 Poisonous Spider

For “Poisonous Spider”, I created a huge spider net (diameter 16 meters) out of barbed wires hinting at the danger and attraction of our fascination with consumer products. The barbed-wire web can stick on its web a lot of worms, insects for their food. Nowadays in this commercial world, everyone is like a spider who feeds himself with a variety of daily used stuff and some garbage like what I collect over the last several months.

WANG Qingsong

 

Enviado por at a 16-06-2009 (23:33)
   
 a natureza da arte

 

As imagens transbordam fugitivas

E estamos nus em frente às coisas vivas.

Que presença jamais pode cumprir

O impulso que há em nós, interminável,

De tudo ser e em cada flor florir?

 

 

Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I

 

Fotos: Karl Blossfeldt

 

 


 

Enviado por at a 12-06-2009 (23:12)
   
 rumo ao Novo Mundo, seja lá onde ele for

Carlos Júlio

ARTUR VARELA – pintura e banda desenhada

CARLOS JÚLIO – fotografia

DORA – escultura

FILIPE CRAVO – pintura

ILÍDIO SALTEIRO – pintura

JOÃO BAETA – fotografia

MANUEL SANTOS MAIA – vídeo

SAMUEL SILVA – escultura para interagir


A Identidade Nacional, pontapé de saída - Galeria Santa Clara - 12 Junho 2009
 
Enviado por at a 11-06-2009 (20:55)
   
 simbiose

"As coisas que os líquenes comem

-      sapatos, adjetivos –

têm muita importância para os pulmões

da poesia"

 

Manoel de Barros

Enviado por at a 04-06-2009 (14:39)
   
 um buraco na porta

René Magritte

 

Enviado por at a 30-05-2009 (23:28)
   
 
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